Blog MarceloBranco

Eu_alo_orkut.jpg

Histórico

Feed RSS

Validate the RSS feed

Seu Blog

É preciso logar para criar ou gerenciar seu blog.

Novo blog

(23 Sep 2009 - 12:32)

Desde maio de 2009, estou com novo blog na rede Software Livre Brasil

Acesso meu blog atual aqui

Me acompanhe no Twitter e Identi.ca onde estou mais ativo e atualizado.

Ato contra o Projeto Cibercrimes

(15 May 2009 - 14:56)

RT @gilbertogil Gil fala sobre Lei Azeredo e pirataria digital. "Protagonismo popular"

Ato em São Paulo disse um Mega-Não ao AI-5 Digital

Veja aqui a cobertura do Vermelho

Cibercrimes no Brasil: posição do Ministro da Justiça

(07 May 2009 - 13:43)

Ministro Tarso Genro critica o projeto Cibercrimes e convoca a sociedade para construir um marco civil de direitos para a Internet brasileira

Tarso_Genro2.jpeg

Ao Deputado Paulo Teixeira

E aos companheiros José Tavares, Marcelo Branco, Sady Jacques, Juberlei Bacelo, Celso Woyciechowski,

A aprovação, no Senado Federal, do substitutivo apresentado pelo senador Eduardo Azeredo ao Projeto de lei nº 84, de 1999, que dispõe sobre os crimes cometidos na área de informática, intensificou o debate público sobre o tema. Felizmente, vieram em tempo as críticas da sociedade civil à regulamentação penal da Internet e aos problemas trazidos pelos tipos penais e pelos mecanismos de controle do projeto de lei.

Pela carta que recebi, estamos claramente do mesmo lado na discussão sobre a Internet no Brasil. Ao elaborar uma nova proposta, o Ministério da Justiça estabeleceu como premissa o respeito à democratização da Internet e a necessidade de aprofundar a inclusão digital no país. Somos contrários, evidentemente, ao estabelecimento de quaisquer obstáculos à oferta de acesso por meio de redes abertas e à inclusão digital, ao vigilantismo na Internet e a dificuldades para a fruição de bens intelectuais disseminados pela Internet.

A aprovação do projeto de lei no Senado demonstrou o perigo de uma legislação com esses problemas ser aprovada caso não haja reação forte e decidida dos setores democráticos da sociedade. Estamos a serviço desses setores. Por isso mesmo, a proposta que levamos à discussão foi – e ainda vem sendo – debatida no interior do Poder Executivo, em reuniões coordenadas pela Casa Civil com representantes da sociedade civil e empresas que participam da inclusão digital no Brasil (lan houses e provedores), em São Paulo, em Brasília, no Fórum Social Mundial e, esperamos, nas próximas oportunidades em que possamos contribuir. O deputado Paulo Teixeira, presente na maior parte dessas ocasiões, testemunhou nosso empenho em corrigir os graves problemas do projeto de lei aprovado no Senado. Para isso, precisamos sim de auxílio para a construção de um texto alternativo ao que hoje parece estar próximo de ser aprovado.

Com a nova proposta, procuramos clarear nossos posicionamentos: garantir que as iniciativas de inclusão digital não arquem com os altos custos de armazenamento de dados informáticos; excluir o dispositivo que obriga os provedores de acesso a informar à autoridade competente denúncia que tenha recebido e que contenha indícios da prática de crime ocorrido no âmbito da rede de computadores sob sua responsabilidade; estabelecer e melhorar o conceito de provedor de acesso; reformular os crimes de acesso indevido a informações em sistemas informatizados e de inserção e difusão de código malicioso, excluindo-se, ainda, diversos tipos penais desnecessários, porque já previstos na legislação vigente. Ressalte-se, também, que procuramos retirar todas as possibilidades de os crimes previstos no PL atingirem direitos de propriedade intelectual.

Estamos convictos de que essas mudanças foram positivas, embora talvez ainda não tenham solucionado todos os problemas do projeto de lei aprovado no Senado. Na última reunião de que participamos, representantes da sociedade civil se prontificaram a apresentar uma nova redação para o substitutivo, inclusive com o aporte de conhecimentos técnicos de que não dispomos. Recebemos com entusiasmo a idéia de uma regulamentação civil da Internet e a oposição pública aos equívocos do projeto de lei, que tem impedido a aprovação impulsiva do projeto hoje na Câmara dos Deputados.

Acreditamos ser possível chegar a um projeto adequado à realidade brasileira, que contenha garantias para que a população não tenha seus hábitos na Internet analisados sem autorização judicial, e que os esforços para disseminar a Internet sejam encorajados cada vez mais. No entanto, é imprescindível que recebamos contribuições dos representantes da sociedade civil, pois só assim poderemos construir uma regulamentação que não reproduza os problemas do projeto de lei aprovado no Senado.

Mantemos nosso compromisso de participar desse debate, liderado pelo deputado Paulo Teixeira. Permanecemos à disposição para auxiliar nas discussões do projeto de lei, no Congresso Nacional ou fora dele. E reafirmamos nosso apoio às alterações que fortaleçam a inclusão digital e que protejam os usuários da Internet de abusos cometidos por quaisquer autoridades.

Tarso Genro

Ato contra o Projeto Cibercrimes

(29 Apr 2009 - 17:16)

ATO CONTRA O AI-5 DIGITAL dia 14 de Maio em São Paulo

A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação.

A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais e de conhecimento.

Um projeto de lei do governo conservador de Sarkozi tentou bloquear as redes P2P? na França e tornar suspeitos de prática criminosa todos os seus usuários. O projeto foi derrotado.

No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P?, impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade dos internautas e, se aprovado, elevará o já elavado custo de comunicação no Brasil.

Gostaríamos de convidá-lo a participar do ato público que será realizado no dia 14 de maio, às 19h30, em defesa da

LIBERDADE NA INTERNET

CONTRA O VIGILANTISMO NA COMUNICAÇÃO EM REDE

CONTRA O PROJETO DE LEI SUBSTITUTIVO DO SENADOR AZEREDO

O Ato será na Assembléia Legislativa de São Paulo e será transmitido em streaming para todo o país pela web.

PLENÁRIO FRANCO MONTORO

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO

AV PEDRO ALVARES CABRAL S/N - IBIRAPUERA

O Ato também terá cobertura em tempo real pelo Twitter e pelo Facebook.

Contamos com a sua presença.

Comitê Organizador

Para matar as saudades

(29 Apr 2009 - 10:47)

Campus Party 2009

Parabéns Colorado pelos 100 anos

(03 Apr 2009 - 14:47)

Filme inédito da inauguração do estádio Gigante da Beira Rio de propriedade do Sport Club Internacional de Porto Alegre. Amanhã o "colorado" gaúcho completa 100 anos de história. Parabéns!!!

Eu me lembro deste dia (4 de abril de 1969) como se fosse hoje. Morávamos na rua Artigas e meu pai me acordou pelas 6 da manhã. Ainda estava escuro e vimos da janela do quarto deles, virada para o "Morro da Polícia", os fogos de artifícios que estouravam em toda cidade que comemorava a inauguração do Beira Rio.

é de chorar de emoção relembrando as cenas deste vídeo...e aqueles tempos. lembrei muito do meu pai e da minha mama...e dos amig@s colorados como vocês.

vídeo feito por Danilo Lando, copiado da ZH.

Vergonha gaúcha

(31 Mar 2009 - 17:48)

Na terra do maior evento de Software Livre da América Latina, Governo entrega a educação para a Microsoft

vejam esta matéria oficia que deu origem ao meu comentáriol:

vergonha.JPG

Foto com a cena do crime: Ademir Milton Piccoli, presidente da Procergs, entregando a educação para a Microsoft

"é uma vergonha que nosso governo de Estado se comporte deste forma tão pequena e não pense estrategicamente a questão da educação e da entrada do RS na era da informação. Contrariando o caminho que vem sendo perseguido pelas administrações públicas em todo o mundo, em particular nos países do chamado primeiro mundo, o governo gaúcho entrega o ensino e a educação de milhares de jovens a uma plataforma monopolista de uma única empresa. Isto aprofundará a dependência na área da educação e demonstra a preferência do governo pela empresa monopolista em detrimento das empresas locais e da inovação do setor de TIC's do Estado."

"lamento que o governo do Estado prefira seguir este caminho justamente no ano que o maior evento de tecnologia, e mais antigo do País, completa 10 anos. Isto é um desprestígio com o trabalho de centenas de gaúchos que fazem este evento acontecer. No 10 Fórum Internacional de Software Livre, que acontecerá de 23 à 27 de junho na PUC-RS, estaremos discutindo este tema com várias administrações públicas do Brasil e do mundo que já saíram da dependência de uma empresa monopolista e construíram alternativas educacionais baseadas em padrões abertos e software livre"

"é uma contradição também com a recente decisão do parlamento gaúcho em aprofundar a migração e a implantação de software livre na Assembléia Legislativa, anunciada neste mês pelo Presidente da casa"

Marcelo D'Elia Branco

Ativista pela Liberdade do conhecimento

Abaixo o que saiu na mídia

1/04/2009 Correio do Povo - Porto Alegre/RS

Denise Nunes

ASL CRITICA PARCERIA COM A MICROSOFT

A parceria firmada pelo governo (por meio da Procergs e da Secretaria da Educação) com a Microsoft para que o Estado seja o primeiro a implantar o Windows Educação foi "bombardeada" ontem pelo coordenador-geral da Associação Software Livre.org, Marcelo Branco. "É uma vergonha que nosso governo se comporte desta forma tão pequena e não pense estrategicamente a questão da educação e da entrada do Rio Grande do Sul na era da informação", disse ele. Branco, um dos pioneiros do software livre no RS, que, por sua vez, foi pioneiro no país, alega que a parceria contraria a tendência mundial das administrações, em especial nos países mais desenvolvidos. "O governo gaúcho entrega o ensino e a educação de milhares de jovens a uma plataforma monopolista, em detrimento das empresas locais e da inovação do setor de TICs do Estado". Branco adianta que a parceria será pauta do 10º Fórum Internacional de Software Livre, que Porto Alegre sediará em junho.

1/04/2009 Newsletter Affonso Ritter - Porto Alegre/RS

Governo aliado à Microsoft

Coordenador geral da Associação Software Livre, Marcelo D´Elia Branco criticou duramente o governo gaúcho, por estar entregando o ensino e a educação de milhares de jovens a uma plataforma monopolista (Microsoft). Isso, segundo ele, contraria o caminho perseguido pelas administrações públicas em todo o mundo, particularmente nos países do chamado primeiro mundo, aprofundará a dependência na área da educação e demonstra a preferência pela empresa monopolista em detrimento das locais e da inovação do setor de TIC´s do Estado. É uma contradição também com a recente decisão do parlamento gaúcho em aprofundar a migração e implantação de software livre na Assembleia Legislativa. O governo gaúcho oficializou semana passada por meio da Procergs e da Secretaria Estadual da Educação com a Microsoft, em Washington, parceria para promover a educação pública. As ações farão parte do Programa Estruturante Boa Escola para Todos. Pelo acordo, o Estado será o primeiro a adotar o Windows Educação, solução criada para escolas públicas oferecendo sistema operacional (Windows XP ou Vista), ferramentas de produtividade (Office 2007 Home & Student) e softwares voltados à Educação. 1/04/2009 Site Br-Linux.org - São Paulo/SP

Baguete - Porto Alegre

ASL.org critica acordo gaúcho com MS

Marcelo D´Elia Branco, coordenador Geral da Associação Software Livre.org, criticou o acordo do governo gaúcho com a Microsoft para a adoção de soluções da multinacional em 100% das 2,6 mil escolas públicas até 2010, divulgado nesta segunda-feira, 30. Em post em seu blog pessoal nesta terça-feira, 31, Branco disse que era uma “vergonha” que o governo “se comporte desta forma tão pequena e não pense estrategicamente a questão da educação e da entrada do RS na era da informação”. Para o coordenador geral da ASL.org, que trabalhou em projetos de implementação de software livre na gestão pública na Espanha, a decisão contraria o que vem sendo feito por administrações públicas de “todo o mundo, em particular nos países do chamado primeiro mundo” ao entregar “o ensino e a educação de milhares de jovens a uma plataforma monopolista de uma única empresa” Branco, vice presidente da Procergs durante o governo Olívio Dutra, disse ainda “lamentar” que a decisão tenha sido tomada no 10º aniversário do Fórum de Software Livre, que acontece em Porto Alegre em junho. “Isto é um desprestígio com o trabalho de centenas de gaúchos que fazem este evento acontecer”, acredita o ativista.

Seminário INFO - O Poder das Mídias Sociais

(30 Mar 2009 - 23:09)

Ainda dá para crer na comunicação de massa?

seminario-info-redes-sociais-20090330155455.jpg

Por : Talita Abrantes, da INFO Segunda-feira, 30 de março de 2009 - 15h35

SÃO PAULO - A proliferação de conteúdo gerado pelo usuário na internet tem levado empresas de comunicação a reverem seus conceitos. Mesmos com os riscos, elas devem abrir as portas para os internautas?

Marcelo Branco, diretor da Campus Party, e Paulo Castro, diretor geral do Terra Brasil, acreditam que sim. Esse foi o consenso a que eles chegaram nessa segunda feira 30 de março durante o painel “Os riscos e as recompensas do conteúdo gerado pelo usuário”, no Seminário INFO O Poder das Mídias Sociais, mediado pelo jornalista Bruno Ferrari, de INFO Online.

Para Branco, essas ferramentas propiciaram uma transformação nas relações humanas semelhantes à experimentada pelos contemporâneos da Revolução Industrial no século 18. “Neste novo ambiente, não há concentração, mas a inteligência, o conhecimento e a criatividade estão distribuídos em rede”, afirma. Com isso, segundo ele, a proposta de que os portais são fontes únicas de informação está sendo superada pela ideia de que o internauta deve ter voz.

Contudo, de acordo com Castro, isso não significa que na internet não exista espaço para esse tipo de veículo. Ao contrário. Para ele, os portais devem ser adaptar à nova realidade e ampliar sua capacidade de interação com o usuário. “As contribuições dos leitores permitem que nós cheguemos a acontecimentos que a mídia tradicional não consegue alcançar”, diz. “E isso enriquece a experiência do outro usuário”.

E, na opinião de Branco, os internautas desejam entrar nessa rede de produção de conteúdo. Ele conta que, das pessoas que utilizaram a internet durante a Campus Party, 70% fizeram uploads de arquivos. “Isso sacode a posição dos intermediários, como a industria fonográfica, que mediava a relação entre publico e artista, e o jornalista.”.

Nesse contexto, Castro admite que as empresas não têm poder de influenciar o que os internautas estão falando a respeito de sua marca. “Mas, elas também não podem se abster de participar das mídias sociais”, complementa. Seguindo essa política, ele diz que no portal Terra praticamente não há controle dos comentários. Apenas aqueles que trazem conteúdo ilegal são moderados.

“Muitos dizem que quanto mais pessoas contribuem, maior a probabilidade de erros. Quem garante que a informação de um veiculo tradicional é precisa? Se o software pensado dentro do laboratório de uma empresa terá menos erros que aqueles desenvolvido colaborativamente?”, diz Branco. Para ele, o ambiente online até facilita a correção de equívocos. “A qualidade é dada a partir dos próprios usuários. Essa é a grande mudança da internet: a pessoa prefere confiar em sua rede de confiança”.

Por isso, Branco diz não acreditar na comunicação em massa, feita a partir de um para muitos. Hoje, ela se dá de pessoa para pessoa e, segundo ele, o desafio é compreender como interagir com esse público novo. O diretor do Terra, ao contrário, não enterra os meios convencionais. “O fato de existir uma ferramenta que possibilite a comunicação de um para um, não significa que a mídia convencional esteja ultrapassada”. Para ele, a mídia social é mais uma concorrente, mais uma faceta da fragmentação do consumo.

midiassociais-bruno2.jpg

Eu e Paulo Castro - Diretor Geral do portal Terra no Brasil

São Paulo: Seminários Info Abril

(29 Mar 2009 - 21:50)

O Poder das Mídias Sociais

logo_info.jpg

Participo nesta segunda-feira deste seminário em São Paulo:

* Redes como Orkut e YouTube? já moldam os negócios - e criam oportunidades e riscos que ninguém mais pode ignorar.

O Orkut já reúne 40 milhões de pessoas no país - onde você vai achar interlocutores tão dispostos a dar sua opinião, trocar informações, falar do que realmente interessa a empresas e consumidores?

As mídias sociais já ajudaram a eleger o presidente mais poderoso do mundo, substituíram o boca-a-boca, tomaram conta do marketing das grandes empresas e mudaram a maneira de se comunicar no mundo dos negócios.

Veja o que funciona e o que dá errado nesse campo ouvindo os protagonistas das melhores práticas da internet brasileira.*

veja o programa e mais informações sobre o seminário da Info Abril, aqui.

Madri, um belo dia de sol

(23 Mar 2009 - 19:51)

Saí de Porto Alegre às 20 hrs de ontem, e via Buenos Aires, vim para Madri. Uma viagem tranquila, apesar de praticamente cruzar o globo de sul a norte.

Cheguei numa tarde primaveril de sol (cerca de 20 graus). Almocei e já fiz uma massagem no hotel pra compensar. Estou hospedado no hotel Conde Duque no bairro de Malasaña , na região central da cidade. Gosto muito deste lugar...tem uma noite bem alternativa. Vim aqui a trabalho, para participar da II Assembléia da Comunidade MORFEO, que acontece na quinta-feira.

A Comunidade Morfeo é uma rede social construída por instituições envolvidas com a afirmação do software livre no âmbito empresarial e no da administração pública. Tem como objetivo o instaurar de bases sólidas de colaboração entre empresas, universidades e comunidades de software livre em torno de projetos de P&D, para criar oportunidades de negócio de que podem beneficiar todos os membros da Comunidade.

Recentemente foi criada a rede de escritórios na Ibero-América com a incorporação, até ao momento, do Escritório Morfeo do Brasil, no qual estou envolvido, e do Escritório Morfeo Cone Sul (Argentina).

Para mais informações sobre o Porjeto Morfeo aqui.

Estarei também trabalhando no escritório da FuturaNetwoks? (empresa para qual trabalho) durante a semana.

Vou jantar que a temperatura está baixando rápido. A previsão é que faça 2 graus nesta noite.

MTV - É crime baixar músicas e filmes?

(22 Mar 2009 - 20:39)

Debate na MTV Brasil

Debate no dia 17 de Março de 2009 na MTV Brasil. Eu - Associação Software Livre.org - Sérgio Amadeu - Movimento Software Livre e sociólogo da sociedade da informação , Paulo Rosa - Associação Brasileira de Produtores de Discos, Márcio Gonçalves - Diretor Regional Anti-pirataria da MPA (Motion Pictures Association)

Vejam o vídeo completo em streaming aqui em 4 partes

Subi os vídeos no Facebook também:

Debate - É crime baixar músicas e filmes? (parte I)

Debate - É crime baixar músicas e filmes? (parte II)

Debate - É crime baixar músicas e filmes? (parte III)

Mano Chao ontem em São Paulo

(12 Feb 2009 - 11:33)

Ontem eu estive no grande show do Mano Chao e Mano Negra aqui em São Paulo. Foi massa!!!

DECLARACIÓN DE INDEPENDENCIA DEL CIBERESPACIO

(07 Feb 2009 - 11:01)

Dia 8 de Fevereiro faz 15 anos que John Perry Barlow (letrista da legendária Banda Grateful Dead) escreveu a histórica Declaração de Independência do Ciberespaço . A atualidade deste manifesto está na luta contra o controle e a vigilância na Internet que ameaça as liberdades civis na rede. A seguir divulgo imagens da luta de internautas do Brasil e da Espanha.

I love P2P?, Espanha 2009

Manifestações contra o projeto Cibercrimes na Campus Party Brasil 2009

Fotos

o que saiu na rede

http://globalvoicesonline.org/2009/02/04/brazil-the-cybercrimes-bill-meets-the-cybercriminal-camp/

http://www.cidade.usp.br/blog/projeto-azeredo-protesto-na-campus-party/

http://direitoetrabalho.com/2009/01/cparty-debate-sobre-a-lei-azeredo/

http://idgnow.uol.com.br/internet/campus-party/archive/2009/01/23/campuseiros-protestam-por-uma-web-livre-em-palestra-sobre-cibercrime/

http://www.webdeluca.com/2009/01/quem-o-criminoso-digital-afinal.html

http://www.clubedohardware.com.br/blog/251

http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2009/01/23/em+discussao+o+futuro+da+internet+3586939.html

Multishow

(30 Jan 2009 - 20:05)

Jornal da Globo

(27 Jan 2009 - 18:28)

Entrevista com Ernesto Paglia

Matérias do Jornal da Globo:

A paixão do brasileiro pela internet

A Campus Party, maior evento da internet brasileira, reúne quase sete mil pessoas em São Paulo (23/01/2009)

Conecte: feira reúne fãs de computadores e internet (20/01/2009)

Inaugurado a Campus Party 2009

(22 Jan 2009 - 06:42)

Tim_marcelo.jpg

com Tim Berners-Lee o criador da WEB

Governador Serra, Prefeito Kasab, Presidente da Telefonica Valente...

O Teatro Mágico

Está começando a Campus Party 2009

(19 Jan 2009 - 11:14)

Os primeiros na fila

Saiu na Galícia

(08 Jan 2009 - 09:55)

"Sempre que possamos explicar que é o software libre teremos éxito na súa difusão"

marcelo_branco.jpg

escrito em galego

Fonte: Mancomún o Xoves, 08 de Xaneiro do 2009

Activista pola liberdade do coñecemento, Marcelo Branco é unha das persoas de referencia á hora de falar do software libre en Brasil pero tamén no resto do mundo. Dende o ano 2003 até xaneiro de 2005 foi consultor da Presidencia da República de Brasil para a articulación da Sociedade da Información. Posteriormente trasladou a súa actividade profesional a España, onde traballou até o ano 2007 no goberno da Generalitat de Catalunya como asesor responsable da Estratexia de Software Libre do Goberno a través da Secretaría de Telecomunicacións e Sociedade da Información, coordinando o proxecto Rede Internacional de Administracións Públicas para o Software Libre.

A súa experiencia tanto en Brasil, un dos países exemplares no proceso de migración ás tecnoloxías abertas, como en España fan da súa opinión unha información a ter en conta.

Mancomún falou con Marcelo Branco no transcurso da Conferencia Internacional de Software Libre en Málaga, onde participou na mesa redonda “Existe a neutralidade tecnolóxica?, é posible a convivencia?”.

veja a entrevista aqui.

Estadão Link

(07 Jan 2009 - 08:56)

'Vamos trazer o criador da web para polemizar’

Estadao.jpg

Foto:Marcio Fernandes/AE

VELHA DISCUSSÃO - Para Branco, Brasil confunde pirataria com cópia privada

Entrevista com Marcelo Branco, responsável pela edição brasileira da Campus Party

Por: Rodrigo Martins Jornal Estado de São Paulo

Mais politizada, mais velocidade de conexão, mais palestras e oficinas, mais espaço físico, mais baladas... Principal evento tecnológico de 2008, a Campus Party Brasil chega turbinada à sua segunda edição.

O evento, que ocorre entre os dias 19 e 25 em São Paulo, contará com 400 oficinas e palestras, balada todas as noites, com DJs, VJs e bandas, além de espaço aberto ampliado. Neste ano o principal convidado do evento será o norte-americano Tim Berners-Lee, considerado um dos pais da internet.

Para comportar o crescimento previsto, a Campus Party saiu da Bienal, no Ibirapuera, e foi para o Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul. Em entrevista ao Link, o diretor-geral do evento, Marcelo Branco, diz que espera, com a repercussão do ano passado, a consolidação do projeto neste ano. Abaixo, Branco adianta as novidades:

Qual a principal diferença da Campus Party neste ano?

Na área de inclusão digital, teremos um encontro nacional de lan houses, de representantes de 150 telecentros e de 900 pontos de cultura do Brasil. Faremos um grande batismo digital. Teremos 200 computadores para ensinar as pessoas desde a ligar o PC até a criar blogs, perfil no Orkut, etc. A ideia é “batizar” 10 mil pessoas.

Mas a festa continua?

Sim. A Campus Party é uma festa. É um acampamento de férias. É o principal propósito.

Vai ter balada neste ano?

Sim. A ideia é ter uma programação cultural muito grande. Todos os dias, na área aberta, onde mesmo quem não for “campuseiro” poderá participar, teremos DJs, VJs e shows das 22 horas às 2 horas. É para a galera dançar, curtir. No ano passado, essas baladas acabaram rolando de forma espontânea.

Quem vai se apresentar?

Vai ter a galera dos pontos de cultura, o Teatro Mágico, Richard Serraria (um músico do Rio Grande do Sul), o Miranda.

Por que vocês resolveram convidar como principal atração o Tim Berners-Lee? Ele vai estar na abertura e fará uma palestra sobre web 3.0. A vinda dele é também para discutir e polemizar... Ele foi o criador da internet. E agora que a rede existe os governos querem controlar a web. No Brasil há a polêmica do projeto do Azeredo de tentar vigiar as pessoas na web. As opiniões de Berners-Lee abrem espaço para debater de que forma podemos regulamentar a internet no Brasil.

O evento deste ano é mais político?

Não no sentido de político partidário. É bastante social também. A Campus Party é um encontro da web brasileira. Além de ser uma festa, uma diversão, um momento de relaxamento, a Campus Party também precisa contribuir para que o nosso País avance ou aumente a velocidade do uso da web, mesmo que a gente saiba que o Brasil está numa situação muito boa comparada com a de alguns anos atrás.

Aumentou também o número de oficinas e palestras. No ano passado eram 330. Agora são 400. Foi pelo próprio crescimento do evento. Essa é uma das razões da mudança para o Centro Imigrantes. O evento é maior. Temos uma expectativa de 4 mil “campuseiros”.

Como vocês vão lidar com a questão da pirataria?

Não vamos incentivar a pirataria. Mas não vamos punir quem baixar. Isso é dever do Poder Público. Há toda uma discussão sobre pirataria e cópia privada. Pirataria é você comercializar um produto que não é seu. Já se a música está no seu PC, qual é o problema em compartilhar por uma rede de troca de arquivos? Não há lucro. Essa discussão ainda não está clara no Brasil. Pessoalmente sou a favor de uma mudança nesse modelo, que só beneficia as multinacionais.

Em 2009, espera a mesma repercussão do ano passado?

Espero que sim. Não tem mais aquela novidade de “o evento chegou ao Brasil”. Mas é um projeto que se consolida e que esperamos que tenha uma longa vida. É importante um evento que junte as esferas de governo, sociedade civil e empresas para discutir a internet.

Campus Party no portal do IG

(07 Jan 2009 - 08:41)

Vídeo da entrevista minha e do Roberto Andrade no newTV