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Bem-vindo ao wiki do SENID 2007
Seminario Nacional de Inclusao Digital da UNE

PROGRAMAÇÃO DOS DEBATES FINALIZADA - OFICINAS EM DEFINIÇÃO

Debates

#0 Palestra de Abertura do SENID - "“Da restrição do pensamento à liberdade do conhecimento: entendendo o debate da construção do mundo digital livre”

  • Data: Domingo, 28/01 - 13h
  • Local: ____________
  • Keynote Speaker:

#1 O Futuro das Redes de Colaboração e Comunicação: Mídia Livre, Conexão Viral, Cultura Digital, Política, Direito e Governos

  • Data: Domingo, 28/01 - 14h
  • Local: ____________
  • Participantes:
    • Sérgio Rosa - Presidente do SERPRO
    • Sérgio Amadeu
    • Soninha
      • São Paulo - SP
      • Confirmada, aguardando confirmação de data
      • passagem: não precisa
      • Contatos: Tathiana - rp@soninha.com.br
    • B. Negão
      • Rio de Janeiro - RJ
      • confirmado
      • passagem: não precisa
    • Carlos Afonso - FGV
      • Rio de Janeiro - RJ
      • Confirmado
      • passagem: não precisa
      • Contato: caf@fgv.br
    • Giuliano "DjahDJah" Bonorandi
      • Julia convidada, aguardando resposta, participação complicada por o CONECOS ocorre próximo da Bienal.
      • Rio de Janeiro - RJ
      • passagem: não precisa
      • Contato: boreste@gmail.com

#2 "Software Livre, Cultura livre, digital e compartilhada – Um novo paradigma econômico, social e Cultural Versus DRMs (Sistemas de Gestão Digital de Restrições)"

#3 "Inclusão Digital e Tecnologia na Educação"

  • Data: Quarta, 31 de janeiro - 16h
  • Local: ______________
  • Participantes:
    • Leandro - Diretor da UNE
    • Roberto Salomon - BrOffice/ODF
    • Edgard Piccino - Projeto Casa Brasil
      • Brasília - DF
      • Confirmado
      • passagem: não precisa
      • Contato: Everton
    • Prof. Rosangela Aparecida
    • Corinto Meffe - Ministério do Planejamento

Grupo de Trabalho de Inclusão Digital

  • Data: Quinta, dia 01/02 - 14h
  • Local: _______

Oficinas

Para todas:

  • Numero de vagas: 20
  • Espaço físico: Laboratório de Cultura Livre
  • Custo (hora aula): 100
  • Material necessário:
    • iremos distribuir a todos CDs de GNU/Linux no curso, que serão conseguidos através de doação.
    • 20 máquinas para o laboratório ( a serem conseguidas por empréstimo)

O ENDEREÇO COMPLETO NÃO SERÁ COLOCADO AQUI. HENRIQUE TEM OFFLINE

#1 Introdução ao Software LIvre

  • Nome do oficineiro: Sylvestre Mergulhão da Cunha Neto
  • Telefone: 21-81069960
  • E-mail: mergulhao83@gmail.com
  • Endereço: Rio de Janeiro - RJ
  • Publico alvo: Usuários de computador que só conhecem Windows
  • Duração: 2 horas
  • Turmas: a definir 3 - 1 no Domingo, 1 na Segunda e 1 na Terça
  • Sinopse: Ensinar pessoas que nunca usaram SL antes funcionalidades simples, como Navegador de Internet, Pacote de Escritório, Editor de Imagens e algumas funções básicas de configuração (como impressora e acesso a internet).

#2 Edição de Áudio em Software Livre

  • Nome do oficineiro: Arlindo Saraiva Pereira Junior "Nighto"
  • Telefone: 21-81061352 /
  • E-mail: nighto@gmail.com
  • Endereço: Rio de Janeiro - RJ
  • Publico alvo: músicos, djs, curiosos que queriam fazer remixs, programas de rádio, etc..
  • Duração: 2 horas
  • Turmas: a definir 1 na Quarta
  • Sinopse: Ensinar como editar músicas usando software livre. Gravação e mixagem podem entrar dependendo da turma. Software Hydrogen e JACK devem ser utilizados.

#3 Edição de Imagem em Software Livre

  • Nome do oficineiro: Camila de Azevedo Lima Mattos
  • Telefone: 21- 99412464
  • E-mail: misskaapow@gmail.com
  • Endereço: Rio de Janeiro - RJ
  • Publico alvo: geral. pessoas que editam fotos no computador. designers, etc..
  • Duração: 2 horas
  • Turmas: a definir 1 na Quarta
  • Sinopse: Ensinar como editar imagens usando programas livres. Para o curso, deverão ser utilizados os Softwares GIMP e Inkscape, que são alternativas livres ao Photoshop e ao Corel Draw.

#4 Edição de Vídeo em Software Livre

  • Nome do oficineiro: Caetano
  • Telefone (Celular e Casa): 21-94595991
  • E-mail: ver
  • Endereço (Completo): Rio de Janeiro - RJ
  • Publico alvo: Pessoas que queiram criar vídeos no computador, desde pequenas animações a filmes.
  • Duração: 4 horas
  • Turmas: a definir 1 na Quinta e Sexta
  • Sinopse: confirmar

#5 Introdução ao Twiki - Conhecendo o Wiki da UNE

  • Nome do oficineiro: Leandro Nunes dos Santos
  • Telefone: (71) 88266932 /
  • E-mail: leandronunes@colibre.com.br
  • Endereço: Salvador - BA
  • Publico alvo: pessoas que desenvolvem trabalhos na internet. estudantes, etc..
  • Duração: 2 horas
  • Turmas: a definir várias
  • Sinopse: Ensinar como utilizar essa ferramenta livre de gestãode conteúdo via internet. Ferramentas wiki hoje são muito populares, e permitem a costrução de conhecimento colaborativo (ex. Wikipedia)

#6 Arte, Educação e Tecnologia

  • Nome do oficineiro: Rosangela Aparecida
  • Telefone (Celular e Casa):
  • E-mail: rosangelaap@gmail.com
  • Endereço (Completo):
  • Publico alvo: artistas, pessoas que desenvolvem trabalhos na internet. estudantes, etc..
  • Duração: 2 horas
  • Turmas: a definir 1 na Quinta
  • Sinopse: Mostrar a relação entre produção artística, educação e software livre.
  • Cidade: São Paulo - necessita passagem e hospedagem

#7 Introdução ao BROffice.org

  • Nome do oficineiro: Olivier (Sugestão do Salomon do BrOffice?.org)
  • Telefone (Celular e Casa):
  • E-mail:
  • Endereço (Completo): Rio de Janeiro - RJ
  • Publico alvo: geral. pessoas que usam Office. Textos, planilhas eletronicas, slides...
  • Duração: 2 horas
  • Turmas: 2 - 1 no Domingo e 1 na Segunda
  • Sinopse: Ensinar como utilizar uma alternativa Livre ao Microsoft Office.

Grade: Programação Completa

Por nomes

Proposta de GRADE:

    28/01 29/01 30/01 31/01 01/02
Atividade Hora Domingo Segunda Terça Quarta Quinta
Oficinas 9h Introdução ao Software Livre Introdução ao Software Livre Web Rádio Arte, Educação e Tecnologia Edição de Imagem com Software Livre
Oficinas 11h Introdução ao BrOffice TWIKI introdução ao vídeo digital Captura e edição de vídeo Pós-produção em vídeo
Intervalo 13h Palestra de Abertura Casa Brasil Casa Brasil Casa Brasil Casa Brasil
Oficinas Debates 14h Mídias Livres e a Comunicação no Brasil Introdução ao Software Livre Introdução ao áudio digital Captação de áudio Grupo de Trabalho e MIDI e finalização de áudio
Debates Oficinas 16h TWIKI Introdução ao BrOffice Software Livre e DRM Inclusão Digital e Tecnologia na Educação Grupo de Trabalho e Editoração de Zines
Encerramento 19h        

Laboratório de Cultura Livre

* SERPRO Telecentro CONFIRMADO! (10 maquinas)

Portanto, temos que articular com a Associação Software Livre.org. Usar a tv software livre.

* Projeto Casa Brasil - Governo Federal

Confirmado "Módulo Telecentro da Casa Brasil" com 20 máquinas para oficinas.

* Telecentro do Fisl8.0

Confirmado com 8 máquinas.

Segue o oficio:

Porto Alegre, 28 de dezembro de 2006.

Ilmo. Sr. Gustavo Carvalho Diretor de Cultura da UNE- União Nacional de Estudantes Rio de Janeiro -- RJ

Prezado Senhor,

A Associação Software Livre.Org -- ASL [1], entidade do Terceiro Setor, é organizadora e realizadora do Fórum Internacional Software Livre -- FISL. Em 2007 estaremos realizando a sua 8ª edição, o fisl8.0 [2], que será realizado nos dias 12, 13 e 14 de abril, no Centro de Eventos FIERGS, na cidade de Porto Alegre, RS.

A Comissão Organizadora do fisl8.0 tomou conhecimento da Bienal de Artes, que acontecerá no período de 27 de janeiro a 02 de fevereiro de 2007, na cidade do Rio de Janeiro e que é organizada pela sua entidade. Nesse sentido, vimos solicitar a V. Sª, a possibilidade de montarmos um telecentro e de fazermos um lançamento do fisl8.0 durante a Bienal, pois acreditamos que seria uma ótima oportunidade para divulgá-lo entre o grande número de estudantes que estarão circulando na Bienal de Artes.

A nossa proposta é de realizarmos um show de lançamento com a presença da Banda Bataclã [3], da cidade de Porto Alegre, que já é nossa parceira, e com a presença de outros artistas locais presentes na Bienal. Quanto ao telecentro do fisl8.0, o objetivo é de levar ao público desse importante evento à existência do FISL e que nosso evento não é apenas técnico, mas que envolve diversas discussões, entre elas, assuntos que são de interesses dos estudantes.

Diante disso, gostaríamos que nos informassem os custos para montagem do telecentro e da possibilidade de realização do show de lançamento, caso haja interesse pela Comissão Organização da Bienal de Artes.

Desde já agradecemos e colocamo-nos à disposição para esclarecermos eventuais dúvidas que possam surgir, através do e-mail asl@softwarelivre.org e ou pelo telefone (51)3228-0181 com Maria Cristina Atz.

Atenciosamente,* --

/Sady/ /Jacques Coordenador Geral /Associação SoftwareLivre.Org http://softwarelivre.org <http://softwarelivre.org/> (51) 3228-0181 (51) 9913-3213 8º Fórum Internacional Software Livre -- fisl8.0 12, 13 e 14 de abril de 2007 Centro de Eventos da FIERGS Porto Alegre RS - BRASIL http://fisl.softwarelivre.org <http://fisl.softwarelivre.org/>

  • PRODERJ
Contato feito para CIC de acesso liberado para todos da Bienal. Confirmado 10 máquinas.

  • CELEPAR
Confirmado patrocínio em dinheiro.

Outras Tarefas

Ver com All Net possibilidade de acesso Wi-Fi na Bienal.

  • Marcar de conversar com Max e Felipe essa semana.
Separar camisetas (100 roxas) e faixas (3) para ID.
  • Se tiver camisa rola. faixa rola.
Confirmar passagens de palestrantes de fora.
  • confirmadas passagens para Leandro, Rosangela, Roberto, Alexandre e Amadeu
Confirmar dados de oficineiros que estão faltando.
  • Ainda falta Rosangela e Oliver
Confirmar dados de palestrantes que estão faltando.
  • Faltam quase todos!
Ver se precisa de "alguma assinatura" pras maquinas do ITI.
  • OK. Ofício Enviado.
Confirmar confecção do material proprio da ID.
  • Confirmar grana com CELEPAR e Rovilson.
Cameras para transmissão ao vivo.
  • orcamento enviado pro lucio. Djahjah disse que pode fazer, alugando maquinas do ponto de cultura.
Confirmar data com Soninha
  • Pendente
Ver operacionalização da vídeo conferência
  • arrumar banda!!!
Cobertura Wiki
  • quem vai preparar o Wiki?

Equipe

  • Henrique Andrade - UFRJ
  • Leandro Chemalle - UFScar
  • Rodrigo Noel - UFF
  • Mayra Carramanhos - UNIRIO
  • Max Faria - UNIRIO
  • Bruno Salgado - UFRJ
  • Pedro Rougemont - UFRJ

...

-- LeandroChemalle - 18.01.2007 - 10h45

-- HenriqueAndrade - 01.01.2007 - 17h55

DRMs (Digital Restrictions Management systems ou sistemas de Gestão Digital de Restrições) a quem interessa?

O debate sobre a regulação da digitalização das comunicações em nosso País não é divulgada pelas empresas de comunicação, porque isso certamente, na opinião delas, deve ser decidido apenas por elas mesmas.

O DRMs é um tema que está sendo deixado de lado nos debates sobre o assunto. Esse fato vem impedindo que a sociedade compreenda o quanto a idéia do DRMs pode prejudicar o desenvolvimento do conhecimento livre no Brasil e no mundo. O DRMs é a restrição da difusão por cópia de conteúdos digitais ao mesmo tempo em que se assegura e administra a propriedade intelectual e suas marcas registradas. Ele consiste em mecanismos instalados no hardware e no software que impedem as liberdades de copiar, alterar, distribuir e instalar, quantas vezes quisermos, softwares e qualquer conteúdo em qualquer equipamento. Isso agride o direito da livre escolha do usuário.

Para algumas pessoas, pode soar como ficção científica a possibilidade de implementação de ferramentas dessa natureza. Mas se olharmos com precisão veremos que isso já vem acontecendo. Um exemplo: É o DVD que limita o acesso à mídia por região, tipo de equipamento ou sistema operacional.

O DRMs surgiu como mecanismo de proteção dos interesses daqueles que privatizam o conhecimento acumulado através da propriedade intelectual e das patentes. Surgiu, principalmente, depois da mega popularização das ferramentas de troca de conhecimentos e conteúdos com grande facilidade através da internet. A possibilidade de artistas se tornarem conhecidos no mundo todo, pela internet sem ter que passar pela exploração das gravadoras, fez com que o DRM fosse idealizado.

O DRMs não protege os direitos do autor, nem é um modelo justo de remuneração do autor. Na verdade, protege e perpetua o atual modelo injusto de negócios da indústria intermediária que se vê ameaçada pela Internet. Um modelo que excluiu a grande maioria dos artistas da possibilidade de divulgar a sua obra. Um modelo que o criador transfere (vende) os seus direitos para os intermediários do negócio. Na verdade, o DRMs é uma garantia de que as relações e modelo de negócios continuem como estão, multiplicando os lucros dos intermediários e a exploração dos criadores com o potencial da Internet. Isso é, um modelo que a remuneração não está no trabalho dos artistas e criadores, nem no "custo material" da cópia e da "distribuição" como na sociedade industrial. O DRMs está ao lado do "direito" do intermediário lucrar da mesma forma por uma cópia "imaterial", que pode ser obtida com um "clique", em que o custo de produção e distribuição é igual a zero. Muito mais do que lucrava por um produto que tinha um custo de produção industrial e um serviço de distribuição caro, envolvendo muita gente.

Se uma pessoa comprar um DVD, esse DVD será único. Se por algum motivo você o perder, ou a mídia danificar, então você perde seu conteúdo, mesmo tendo pago. Isso acontece porque o seu DVD não poderá ser copiado. Ou também compraremos conteúdo por tempo determinado, ou seja, você paga para ver um vídeo durante 30 dias e depois disso seu vídeo não rodará mais. Para voltar a rodar teremos que renovar a compra, pagando mais.

Não somos contra a gestão eletrônica dos direitos autorais pela Internet. É um direito dos autores protegerem suas obras com a licença que julgarem mais adequadas, mesmo que tenhamos preferência pelas licenças totalmente livres. Mas o direito do autor, ou da indústria intermediária, não pode ferir os direitos e as liberdades dos usuários introduzindo mecanismos tecnológicos ou legais que impeçam a máquina, a rede ou o dispositivo armazenador de cópias de copiar e distribuir livremente.

Tais mecanismos impõem dificuldades aos usuários para desenvolver seus próprios sistemas livres. Para efetivá-los, serão utilizadas assinaturas criptografadas digitais para impedir mudanças em parte dos sistemas. Isso significa que, quando comprarmos um equipamento, deveremos usar apenas o software que aquele equipamento permite. A decisão ficará nas mãos dos fabricantes. Por exemplo: hoje, para instalar um software proprietário na máquina, temos que saber o código da licença que permite continuar a instalação. Sem o código (que pode ser adquirido de várias formas) a instalação não continua, somente quem sabe o código pode instalar aquele software e, para obter esse código, é preciso pagar.

Bem, agora vamos pensar no DRMs. Esse código que nós precisamos saber que vem embutido no software, agora passará para os equipamentos. Quando comprarmos um computador, terá um código digital criptografado. Para um software rodar nesse computador é preciso que a chave digital criptografada instalada no computador seja reconhecida no software. Portanto, isso permite muitas coisas. Se no hardware terá essa chave e para rodar os meus programas eu preciso saber essa chave, então, eu comprarei a máquina, mas não essa chave. Essa chave ficará em poder do fabricante do hardware e com o fabricante do software. Para o fabricante do software saber essa chave digital criptografada terá de assinar um contrato com o fabricante do hardware, onde um conjunto de cláusulas deverão ser obedecidas, entre essas cláusulas, que o software não permita que se copie, apenas visualize.

Se eu quiser instalar um sistema operacional GNU/Linux no meu computador, eu terei de saber essa assinatura digital criptografada, que eu deverei comprar, mediante as regras que o fabricante do hardware impõe. Portanto, estaremos nas mãos dos fabricantes de hardware e de alguns fabricantes de software. Por isso, nos opomos ao Digital Restrictions Management systems ou sistemas de Gestão Digital de Restrições (DRMs). Sem dúvida a idéia de democratização das comunicações no Brasil pode ser abalada ainda mais, se mecanismos como este forem adotados na implantação da nossa digitalização das comunicações. Frente a este quadro preocupante, uma saída é o uso de licenças que garantem a democracia como a GNU GPLv3 e a Creative Commons para garantir as liberdades de acesso e compartilhamento de conteúdos.

Legisladores franceses já aprovaram lei que pune o compartilhamento de arquivos P2P? com até 3 anos de prisão ou uma multa de 300 mil euros. Esse é um caminho perigoso que não podemos deixar ser trilhado em nosso país. A Coalização de Criadores de Música do Canadá classifica os processos contra fãs que baixam músicas como ações "destrutivas e hipócritas", já que os "artistas não querem processar os próprios fãs" por algo que o grupo não considera ilegal e afirma que tecnologias para restrição de cópias, como DRMs, não têm a aprovação dos artistas. Por isso, é preciso lutar para inserir este debate na pauta nacional e nas discussões envolvendo a regulação das comunicações no Brasil. A sociedade precisa compreender a importância e o impacto que estas decisões vão ter no controle da informação e no acesso da população as mesmas.

** Esse texto foi escrito para a XIII Plenária do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e aprovado nessa plenária. Vou usar esse documento porque fui uns dos autores dessa proposta.

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