Esta mesa contou com Carlini, representante do governo Argentino, que também se integra a rede internacional de administrações públicas. A concepção de abordagem do software livre tem avançado em um sentido pioneiro no sentido da devolução dos códigos desenvolvidos na gestão pública, para a comunidade de software em geral.
Corinto, representando nesta mesa o governo federal enfocou este aspecto de maneira enfática, na medida em que "a revolução do software livre inverte a lógica da revolução industrial", na medida em estabelece um parametro divergente da apropriação do conhecimento que circulavam livremente entre os burgos da era pré-capitalistas. "Na prática, os softwares desenvolvidos pelas gestões públicas, mantidas sob isolamento, tornam-se privadas", e em se tratando de sociedade da informação, o conhecimento tornando-se público, através das iniciativas de estado, cumpre o seu papel enquanto gestão do bem comum.
Portanto, a questão estratégica do software livre como política de Estado extrapola limites geográficos, já que a própria colaboração retroalimenta a capacidade de produção de soluções. O Brasil, segundo Corinto, obteve este pioneirismo, ainda que não esteja em um patamar unicamente meritório, mas com um longo caminho a seguir. Por isso a importância do portal concentrador dessas soluções, onde prefeituras, estados e órgãos possam encontrar soluções adaptáveis, como o Cacic e outras soluções disponibilizadas pela CELEPAR.
Ao final, Marcelo Branco distribuiu alguns CDs de uma distribuição customizada a partir do Debian, em Catalão